
Sexo na alvorada.
Pela manhã deitada na cama,
Calcinha de renda, toda dengosa,
Você pele semi molhada, todo cheiroso!
Saindo do banho, todo nu, a me avistar.
Deitada de costas toda a lhe esperar.
Chegando de mansinho,
Passando tuas mãos sobre meu corpo.
_Me arrepiando!
E lentamente sua mão safada desce, desliza minhas vestes.
Tua mão safada percorre meu corpo, descobrindo todos os mistérios.
De repente tu me viras, e diante de tal formosura,
Poe-se a me beijar loucamente na boca, e gradualmente desce...
Percorre meus seios arrepiados,
Desce por toda extensão chegando no lugar esperado!
Toda molhada e louca de desejo,
Laço-te com as pernas, aperto-lhe sobre meus domínios,
Sinto tua boca a sugar todo meu mel, fazendo-me tremer de tesão,
Sua língua toda safada me lambe, como um doce desejoso,
E isso lhe deixa mais excitado, e em poucos minutos,
Faço-te parar!
Quero sentir em minhas entranhas úmidas o gosto de te devorar.
Seu falo todo melado entra e sai sem parar,
É ardor, calor, não sei...
Você é como um lobo que pela manhã se transforma e me leva ao êxtase.
“Meus desejos são intensos, minha pele arrepia...”
(Desejos da pele)