20 de mai de 2011

Sexo na alvorada.


Sexo na alvorada.

Pela manhã deitada na cama,

Calcinha de renda, toda dengosa,

Você pele semi molhada, todo cheiroso!

Saindo do banho, todo nu, a me avistar.

Deitada de costas toda a lhe esperar.

Chegando de mansinho,

Passando tuas mãos sobre meu corpo.

_Me arrepiando!

E lentamente sua mão safada desce, desliza minhas vestes.

Tua mão safada percorre meu corpo, descobrindo todos os mistérios.

De repente tu me viras, e diante de tal formosura,

Poe-se a me beijar loucamente na boca, e gradualmente desce...

Percorre meus seios arrepiados,

Desce por toda extensão chegando no lugar esperado!

Toda molhada e louca de desejo,

Laço-te com as pernas, aperto-lhe sobre meus domínios,

Sinto tua boca a sugar todo meu mel, fazendo-me tremer de tesão,

Sua língua toda safada me lambe, como um doce desejoso,

E isso lhe deixa mais excitado, e em poucos minutos,

Faço-te parar!

Quero sentir em minhas entranhas úmidas o gosto de te devorar.

Seu falo todo melado entra e sai sem parar,

É ardor, calor, não sei...

Você é como um lobo que pela manhã se transforma e me leva ao êxtase.

“Meus desejos são intensos, minha pele arrepia...”

(Desejos da pele)

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